27/10/2026
por Assessoria de Comunicação

Serviço público federal recupera parte das perdas de servidores, aponta balanço do MGI

Entre 2023 e agosto de 2026, saldo foi positivo em 4 mil servidores, após redução de 71 mil entre 2016 e 2022; autorizações de provimento somaram 25.767 no período de 2023 a 2026

A recomposição das equipes da administração pública federal resultou em 25.767 autorizações de provimento entre 2023 e 2026, distribuídas por 104 órgãos e 145 cargos.

Os dados foram apresentados pelo Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), que relaciona a retomada das contratações à necessidade de atender às demandas da população e manter a execução de políticas públicas.

O movimento ocorre após um período de sete anos, entre 2016 e 2022, no qual o saldo entre ingressos e saídas registrou redução de 71 mil servidores federais, sem considerar a área de educação. Segundo os dados da Secretaria de Gestão de Pessoas (SGP), entre 2023 e agosto de 2026, o número de ingressos superou o de desligamentos em 4 mil pessoas.

A diferença entre os dois períodos, entretanto, mostra que o crescimento recente ainda não compensou as perdas anteriores. Considerados os saldos informados pelo ministério, a administração pública federal permanece com um resultado acumulado negativo de aproximadamente 67 mil servidores.

Os números integram um conjunto de medidas de gestão de pessoal que inclui a autorização de concursos públicos, o planejamento da força de trabalho, a reorganização de carreiras, a negociação com representantes dos servidores e iniciativas de formação profissional. De acordo com o MGI, essas ações passaram a compor uma agenda articulada a partir de 2023.

ESTUDE COM O CAMPEÃO EM CONCURSOS DE ALTO NÍVEL | LÍDER EM APROVAÇÕES | VEJA NOSSOS CURSOS | CLIQUE AQUI

Quadro de servidores federais ainda não recuperou as perdas anteriores

A evolução do número de servidores precisa ser observada a partir da diferença entre as pessoas que ingressam na administração pública e aquelas que deixam seus cargos. Aposentadorias, exonerações e outras vacâncias influenciam esse resultado e podem reduzir o efeito das novas contratações sobre o tamanho das equipes.

Conforme os dados da SGP/MGI, o saldo líquido de pessoal foi negativo em 71 mil servidores de 2016 a 2022. De 2023 a agosto de 2026, o resultado passou a ser positivo, com 4 mil ingressos a mais do que saídas.

Período

Saldo líquido de pessoal

2016 a 2022

−71 mil servidores

2023 a agosto de 2026

+4 mil servidores

Saldo acumulado aproximado dos períodos:

−67 mil servidores

A comparação demonstra que a mudança no saldo não equivale à recuperação integral dos postos perdidos. O resultado positivo mais recente indica que houve mais ingressos do que saídas, mas o volume ainda é insuficiente para compensar a redução registrada nos sete anos anteriores.

Esse cenário também ajuda a explicar por que a reposição de pessoal não depende apenas da abertura de novos concursos. O planejamento precisa considerar as vagas existentes, as necessidades específicas de cada instituição, as aposentadorias previstas e outras possíveis saídas ao longo do tempo.

Autorizações de provimento não significam servidores em exercício

Um dos pontos centrais para interpretar os números é a diferença entre autorização de provimento e ingresso efetivo no serviço público. As 25.767 autorizações registradas pelo MGI permitem que cargos sejam preenchidos por pessoas aprovadas em concursos, mas não representam necessariamente o total de servidores que já tomaram posse ou começaram a trabalhar.

A nomeação, a posse e o início do exercício são etapas posteriores. Por isso, o número de autorizações não deve ser somado automaticamente ao quadro atual de pessoal nem interpretado como quantidade de novos servidores já incorporados aos órgãos.

De acordo com o levantamento do ministério, as autorizações foram distribuídas entre 2023 e 2026, com concentração em 2025. A efetiva recomposição dos quadros depende da execução dos procedimentos de ingresso e da relação entre as novas entradas e as saídas registradas nas instituições.

A distinção também é relevante para quem acompanha a realização de concursos federais. A autorização de provimento é uma etapa administrativa que viabiliza o preenchimento de cargos, enquanto a publicação de editais, a realização das provas e a convocação dos aprovados fazem parte de etapas próprias de cada seleção.

Provimentos autorizados cresceram em 2025

O Painel de Provimento de Pessoal do MGI registra 25.767 autorizações no intervalo de 2023 a 2026. A distribuição anual mostra uma concentração em 2025, quando foram autorizados 13.299 provimentos, equivalentes a 51,6% do total informado para o período.

Os números apresentados pelo ministério são os seguintes:

Ano

Provimentos autorizados

2023

2.746

2024

3.569

2025

13.299

2026

6.153

Total

25.767

O volume de 2025 supera o registrado em cada um dos outros anos apresentados. Em 2023, foram 2.746 autorizações; em 2024, 3.569. Já em 2026, o levantamento contabiliza 6.153.

A distribuição evidencia que a maior parte das autorizações do intervalo se concentrou em um único ano. Ainda assim, os dados não permitem concluir, isoladamente, que todas as vagas autorizadas foram preenchidas ou que a mesma proporção de servidores passou a integrar efetivamente as equipes.

O total reúne autorizações destinadas a diferentes órgãos e cargos, com atribuições que abrangem desde a análise de benefícios e a fiscalização até a execução de políticas sociais, ambientais e territoriais, além de atividades administrativas e de gestão.

Áreas de atuação concentram parte das autorizações

Entre as áreas contempladas, Trabalho e Desenvolvimento Social reúne 5.210 provimentos autorizados. A distribuição inclui instituições como o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), o Ministério do Trabalho e Emprego, o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) e a Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai).

Outras áreas também aparecem no levantamento. A Justiça e a Segurança Pública concentram 2.811 autorizações; o Meio Ambiente, 1.700; e a Saúde, 1.561.

As funções abrangidas por essas autorizações incluem atividades de análise de benefícios, fiscalização, execução de políticas territoriais e apoio a ações de vigilância e atenção à saúde. O levantamento também contempla áreas responsáveis pelo funcionamento interno dos órgãos, como orçamento, administração e gestão de pessoas.

A distribuição por áreas indica que a recomposição não está restrita a uma única instituição ou carreira. Os provimentos autorizados alcançam órgãos com responsabilidades distintas, o que torna necessário observar as demandas específicas de cada estrutura para compreender como as novas contratações se relacionam com a prestação de serviços públicos.

Os dados fornecidos pelo MGI não detalham, nesse recorte, a distribuição completa das 25.767 autorizações por órgão e cargo. Por isso, os quantitativos apresentados para as áreas mencionadas devem ser entendidos conforme a classificação utilizada pelo ministério, sem atribuir valores adicionais a instituições específicas.

CNU reúne parte das oportunidades autorizadas

O Concurso Nacional Unificado (CNU) passou a integrar a política de recrutamento federal em 2023, reunindo oportunidades de diferentes órgãos em um processo seletivo compartilhado. Segundo o MGI, as duas edições do concurso respondem por 12.862 provimentos autorizados, correspondentes a 49,9% do total de autorizações registradas entre 2023 e 2025.

O modelo concentra vagas de diferentes instituições em uma seleção nacional, com cargos organizados por blocos temáticos. A proposta altera a forma de organizar parte do recrutamento, que passa a reunir oportunidades de vários órgãos em um mesmo processo.

Nas duas edições, as provas foram aplicadas em 228 cidades. A distribuição territorial amplia a abrangência geográfica da seleção, permitindo que candidatos realizem as provas em diferentes localidades, conforme as regras de cada edição.

A primeira edição do CNU ocorreu em agosto de 2024 e ofertou 6.640 vagas nos editais de 21 órgãos. A segunda edição, realizada em 2025, reuniu 3.652 vagas em 32 órgãos, mantendo a aplicação das provas em 228 municípios e incorporando medidas de inclusão, entre elas a convocação adicional de mulheres para a etapa discursiva, respeitados os requisitos de nota mínima e a ordem de classificação.

O ingresso dos aprovados na primeira edição começou em 2025 e prosseguiu em 2026. O processo inclui formação inicial nas carreiras em que essa etapa está prevista.

Em julho de 2026, começaram as nomeações para os cargos de Analista Técnico de Desenvolvimento Socioeconômico (ATDS) e Analista Técnico de Justiça e Defesa (ATJD), selecionados pelo CNU 2. O início das nomeações marca uma etapa posterior à realização das provas e à classificação dos candidatos.

Embora os números do concurso representem parcela expressiva das autorizações de provimento mencionadas pelo ministério, é necessário preservar a diferença entre vagas ofertadas em editais, provimentos autorizados e servidores que efetivamente ingressaram nos órgãos. São indicadores relacionados, mas não equivalentes.

Planejamento da força de trabalho orienta novas seleções

A autorização para preencher cargos é precedida de decisões sobre a quantidade de profissionais necessária, as atividades a serem executadas e as competências exigidas. Para apoiar esse processo, o MGI utiliza o Dimensionamento da Força de Trabalho (DFT), instrumento que analisa as entregas das equipes, as características dos profissionais e o contexto em que o trabalho é realizado.

O modelo referencial de dimensionamento foi desenvolvido em parceria com a Universidade de Brasília (UnB). Conforme a descrição apresentada pelo ministério, a ferramenta oferece subsídios para identificar necessidades de pessoal e planejar a composição e a distribuição das equipes.

A lógica do DFT é relacionar a força de trabalho às atividades efetivamente desempenhadas pelas instituições. A identificação das necessidades deve considerar tanto a quantidade de profissionais quanto a natureza das entregas, de modo que as decisões sobre pessoal estejam vinculadas às atribuições dos órgãos.

Depois dessa etapa, é necessário definir o perfil dos candidatos que serão selecionados. Em 2023, o MGI e a Escola Nacional de Administração Pública (Enap) publicaram o Guia Referencial para Concursos Públicos, documento voltado ao planejamento das seleções e à identificação das competências necessárias para a execução das políticas públicas.

Guia orienta competências avaliadas nos concursos

O Guia Referencial recomenda que as provas considerem conhecimentos e habilidades relacionados às atividades que os futuros servidores deverão desempenhar. Entre os exemplos apresentados estão a resolução de problemas com base em dados, a comunicação, o trabalho em equipe e o compromisso com o interesse público.

A orientação relaciona o conteúdo das avaliações às atribuições dos cargos. Nessa perspectiva, a definição das competências a serem cobradas começa pela análise do trabalho a ser executado, em vez de se limitar à escolha de conteúdos sem relação explícita com as responsabilidades da função.

O planejamento dos concursos também depende de análises orçamentárias e legais. De acordo com o MGI, os órgãos encaminham suas demandas, que são consolidadas pelo ministério para subsidiar a elaboração do orçamento. Depois da aprovação orçamentária, os pedidos são analisados considerando a disponibilidade de recursos e as prioridades governamentais.

Assim, a realização de concursos e a autorização de provimentos envolvem diferentes etapas: identificação da necessidade de pessoal, definição dos perfis profissionais, análise das solicitações e verificação das condições legais e orçamentárias. A abertura de uma seleção, portanto, não decorre apenas da existência de cargos vagos.

O dimensionamento e o planejamento também precisam considerar a continuidade do serviço público. A saída de servidores pode exigir reposição, enquanto mudanças nas atribuições institucionais podem demandar perfis profissionais diferentes dos existentes. A composição das equipes depende, por isso, de avaliações que levem em conta as necessidades de cada órgão e a distribuição dos profissionais disponíveis.

Negociação com servidores e reorganização de carreiras

A retomada das autorizações para concursos ocorreu paralelamente à reabertura dos canais de negociação entre o governo e as entidades representativas dos servidores públicos. A Mesa Nacional de Negociação Permanente foi retomada em 7 de fevereiro de 2023, com a finalidade de discutir demandas gerais do funcionalismo. Também foram instaladas mesas específicas para tratar de questões relacionadas a carreiras e grupos de cargos.

Segundo as informações do MGI, as negociações resultaram no reajuste geral de 9% em 2023 e foram seguidas por acordos relativos à remuneração e aos benefícios. A reorganização da estrutura de pessoal incluiu alterações em planos de cargos e carreiras, além da criação de carreiras transversais, cujos profissionais podem atuar em diferentes órgãos da administração federal.

Em maio de 2023, entrou em vigor o reajuste geral da remuneração dos servidores civis do Executivo federal. Naquele ano, o auxílio-alimentação também passou de R$ 458 para R$ 658. Em maio de 2024, o benefício foi atualizado para R$ 1 mil. Com as atualizações implementadas em 2025 e 2026, o auxílio-alimentação chegou a R$ 1.192 em 2026.

A reorganização das carreiras incluiu a criação de estruturas voltadas a áreas consideradas estratégicas para a atuação federal. Em junho de 2025, a Lei nº 15.141 instituiu as carreiras de Desenvolvimento Socioeconômico e de Desenvolvimento das Políticas de Justiça e Defesa, com 1.500 cargos. A norma também promoveu mudanças em cargos, planos, carreiras e remunerações.

Em março de 2026, a Lei nº 15.367 criou a carreira de Analista Técnico do Poder Executivo Federal, composta pelo cargo de Analista Técnico Executivo (ATE). A nova estrutura reuniu profissionais que antes estavam distribuídos por diferentes planos e denominações.

A coordenação das carreiras transversais também ganhou uma estrutura específica. Em março de 2026, foi criada, na Secretaria-Executiva do MGI, a Diretoria de Carreiras Transversais (DICAT), responsável por atribuições relacionadas ao desenvolvimento profissional, à alocação, à movimentação e ao acompanhamento das carreiras supervisionadas pelo ministério.

Mudanças em cargos e benefícios

As alterações não se limitaram à criação de novas carreiras. Em novembro de 2023, a Lei nº 14.724 estabeleceu medidas para reorganizar cargos efetivos vagos do Executivo federal, adequando sua composição às necessidades da administração.

Em maio de 2024, a Lei nº 14.875 criou a carreira de Tecnologia da Informação, reorganizou as carreiras da Funai e estabeleceu outras mudanças em cargos e remunerações federais. A atualização dos benefícios naquele mês incluiu o aumento do auxílio-alimentação para R$ 1 mil, além de reajustes na assistência pré-escolar e nos valores da assistência à saúde suplementar.

As medidas de valorização negociadas com as categorias tiveram parcelas implementadas em 2025 e 2026. O período também foi marcado pela criação das duas carreiras de desenvolvimento socioeconômico e de justiça e defesa, bem como pela instituição da carreira de Analista Técnico do Poder Executivo Federal.

O MGI também passou a coordenar ações relacionadas à formação de lideranças, às condições de trabalho e à prevenção de assédio e discriminação. Essas frentes integram a agenda de gestão de pessoas descrita pelo ministério, embora tenham objetivos distintos das medidas de recomposição quantitativa dos quadros.

Linha do tempo reúne mudanças na gestão do serviço público

A reorganização da administração federal descrita pelo MGI reúne medidas adotadas desde 2023, além do período anterior de redução do quadro de pessoal. A cronologia inclui alterações remuneratórias, instrumentos de planejamento, regras para concursos, ações afirmativas, formação profissional e iniciativas de saúde e segurança no trabalho.

De 2016 a 2023: redução do quadro e criação do MGI

2016 a 2022 — redução de pessoal: o saldo entre ingressos e saídas foi negativo em 71 mil servidores federais, sem considerar a área de educação.

Janeiro de 2023 — criação do MGI: o ministério passou a reunir atribuições relacionadas à gestão de pessoas, à organização da administração federal e à modernização dos serviços públicos.

Fevereiro de 2023 — retomada das negociações: em 7 de fevereiro, foi reaberta a Mesa Nacional de Negociação Permanente, seguida da instalação de mesas específicas para discutir demandas das carreiras.

Março de 2023 — diversidade na liderança: o Decreto nº 11.443 estabeleceu percentual mínimo de ocupação de cargos em comissão e funções de confiança por pessoas negras na administração pública federal.

Maio de 2023 — reajuste remuneratório: entrou em vigor o reajuste geral para servidores civis do Executivo federal. O auxílio-alimentação passou de R$ 458 para R$ 658.

Julho de 2023 — estruturas de gestão de pessoas: a reorganização do MGI estabeleceu a Secretaria de Gestão de Pessoas (SGP) e a Secretaria de Relações de Trabalho (SRT).

Julho de 2023 — qualificação para dimensionar equipes: o MGI e a Enap estabeleceram regras de formação e certificação de servidores para atuar com o Dimensionamento da Força de Trabalho, ferramenta de apoio às decisões sobre necessidades de pessoal e distribuição das equipes.

Julho de 2023 — gestão por entregas: uma nova regulamentação do Programa de Gestão e Desempenho (PGD) vinculou o trabalho dos participantes às entregas das unidades e aos objetivos dos órgãos.

Agosto de 2023 — referência para concursos: MGI e Enap lançaram o Guia Referencial para Concursos Públicos, com recomendações sobre planejamento das seleções, competências profissionais, realidade brasileira, diversidade e compromisso com o serviço público.

Agosto de 2023 — formação de lideranças negras: foi aberta uma edição extraordinária do LideraGOV destinada a servidores negros. A formação correspondente ocorreu em 2024.

Setembro de 2023 — instituição do CNU: foi criado o modelo de seleção nacional que reúne oportunidades de diferentes órgãos, com cargos organizados por blocos temáticos.

Novembro de 2023 — reorganização de cargos vagos: a Lei nº 14.724 estabeleceu medidas para reorganizar cargos efetivos vagos do Executivo federal conforme as necessidades administrativas.

De 2024 a 2025: concursos, benefícios e ações afirmativas

Maio de 2024 — atualização dos benefícios: o auxílio-alimentação passou a R$ 1 mil, e os valores da assistência pré-escolar e da assistência à saúde suplementar também foram reajustados.

Maio de 2024 — mudanças nas carreiras: a Lei nº 14.875 criou a carreira de Tecnologia da Informação, reorganizou carreiras da Funai e promoveu outras alterações em cargos e remunerações federais.

Junho de 2024 — acompanhamento do desempenho: o PGD Petrvs foi disponibilizado aos órgãos participantes do Programa de Gestão e Desempenho como ferramenta para registrar e acompanhar planos de trabalho e resultados.

Julho a setembro de 2024 — enfrentamento do assédio e da discriminação: foram instituídos o Programa Federal e, posteriormente, o Plano Federal de Prevenção e Enfrentamento do Assédio e da Discriminação, com diretrizes para prevenção, acolhimento e tratamento de situações de violência no trabalho.

Agosto de 2024 — primeira edição do CNU: as provas foram aplicadas em 228 municípios, com 6.640 vagas ofertadas nos editais de 21 órgãos.

Setembro de 2024 — formação permanente de lideranças: o LideraGOV deixou de ser um programa-piloto e passou a ter caráter permanente, com regras de funcionamento e ações afirmativas na seleção dos participantes.

Novembro de 2024 a janeiro de 2025 — pesquisa com servidores: a primeira edição da Pesquisa Vozes do Serviço Público reuniu cerca de 55 mil respostas sobre ambiente de trabalho, liderança e gestão de pessoas. Os dados foram destinados a subsidiar o planejamento das políticas de gestão.

Fevereiro de 2025 — estágio probatório: o Decreto nº 12.374 padronizou critérios de avaliação e estabeleceu formação inicial obrigatória. A implementação incluiu o Programa de Desenvolvimento Inicial (PDI), oferecido pela Enap, e o sistema AvaliaGOV EP.

2025 — ingresso de aprovados: novos servidores selecionados pela primeira edição do CNU começaram a integrar equipes federais. O processo prosseguiu em 2026 e incluiu formação inicial nas carreiras em que essa etapa está prevista.

Junho de 2025 — criação de carreiras: a Lei nº 15.141 instituiu as carreiras de Desenvolvimento Socioeconômico e de Desenvolvimento das Políticas de Justiça e Defesa, com 1.500 cargos, além de reestruturar cargos, planos e carreiras e alterar remunerações.

Junho de 2025 — ampliação das cotas: a Lei nº 15.142 ampliou a reserva de vagas em concursos e seleções temporárias federais, incluindo expressamente pessoas indígenas e quilombolas, além de pessoas pretas e pardas.

2025 — segunda edição do CNU: a seleção reuniu 3.652 vagas em 32 órgãos e manteve a aplicação das provas em 228 municípios. Entre as medidas de inclusão, houve previsão de convocação adicional de mulheres para a etapa discursiva, respeitados a nota mínima e a ordem de classificação.

2025 e 2026 — execução de acordos: foram implementadas parcelas de reajustes remuneratórios negociados com as categorias e novas atualizações dos benefícios. O auxílio-alimentação chegou a R$ 1.192 em 2026.

Dezembro de 2025 — proteção em casos de violência doméstica: uma portaria conjunta do MGI e do Ministério das Mulheres estabeleceu procedimentos para movimentação de servidoras e empregadas públicas, com atendimento prioritário e sigilo das informações.

De 2026 em diante: mobilidade, formação e condições de trabalho

Março de 2026 — gestão das carreiras transversais: foi criada a Diretoria de Carreiras Transversais (DICAT), na Secretaria-Executiva do MGI, com atribuições de desenvolvimento profissional, alocação, movimentação e acompanhamento das carreiras supervisionadas pelo ministério.

Março de 2026 — reorganização dos cargos técnico-administrativos: a Lei nº 15.367 instituiu a carreira de Analista Técnico do Poder Executivo Federal, composta pelo cargo de Analista Técnico Executivo, reunindo profissionais antes distribuídos por diferentes planos e denominações.

Abril de 2026 — acolhimento no ambiente de trabalho: foi instituída a Rede de Acolhimento do MGI para orientar e acolher pessoas em situações de conflito, sofrimento, assédio ou discriminação.

Abril de 2026 — proposta de negociação coletiva: o Projeto de Lei nº 1.893/2026 foi encaminhado ao Congresso Nacional para tratar da negociação das relações de trabalho e da representação sindical no setor público. O encaminhamento corresponde à apresentação de uma proposta legislativa, não à sua aprovação.

Abril de 2026 — saúde e segurança do trabalho: foi instituída a Comissão Interna de Saúde e Segurança do Trabalho do Servidor Público (CISSP), com participação de representantes da administração e dos servidores nos órgãos e entidades do Sistema de Pessoal Civil da Administração Federal (Sipec).

Junho de 2026 — cotas nos estágios: a reserva de vagas para estudantes indígenas e quilombolas foi incluída nos processos seletivos de estágio da administração pública federal direta, autárquica e fundacional.

Julho de 2026 — nomeações para novas carreiras: começaram as nomeações de Analistas Técnicos de Desenvolvimento Socioeconômico e Analistas Técnicos de Justiça e Defesa, selecionados pelo CNU 2.

Julho e agosto de 2026 — formação dos novos servidores: o Programa de Formação de Carreiras (PROFCAR) foi instituído em julho, e sua primeira turma começou em agosto. Executado pela Enap, o programa oferece pós-graduação presencial com carga horária mínima de 360 horas aos novos ATDS e ATJD e integra os requisitos do estágio probatório.

Agosto de 2026 — mobilidade dos Analistas Técnicos Executivos: foram regulamentadas as regras para definição das unidades de exercício e movimentação dos profissionais, incluindo a possibilidade de permuta entre servidores, condicionada à concordância dos órgãos envolvidos.

2026 — saúde e segurança: foram retomadas as atividades do Comitê de Atenção à Saúde e à Segurança do Trabalho (CASST), espaço de articulação das políticas voltadas às condições de trabalho dos servidores.

2026 — formação de lideranças: teve início a sexta edição do LideraGOV, dando continuidade à formação de servidores para o exercício de funções de liderança na administração federal.

Disponível em 2026 — apoio à aplicação das cotas: o Simulador de Reserva de Vagas passou a oferecer um recurso para calcular a distribuição de vagas reservadas a pessoas com deficiência, negras, indígenas e quilombolas. A ferramenta pode apoiar candidatos, órgãos públicos e organizadores de seleções.

Ingresso, distribuição e formação definem os próximos desafios

Os dados apresentados pelo MGI mostram uma mudança no saldo de pessoal da administração pública federal a partir de 2023, após a redução registrada entre 2016 e 2022. O resultado positivo de 4 mil servidores até agosto de 2026, porém, não elimina a diferença acumulada entre os dois períodos, estimada em aproximadamente 67 mil pessoas.

As 25.767 autorizações de provimento registradas entre 2023 e 2026 constituem outro indicador dessa movimentação. Como as autorizações não correspondem necessariamente a ingressos efetivos, sua contribuição para a recomposição dos quadros depende das etapas posteriores de nomeação, posse e exercício, além do comportamento das saídas.

O planejamento da força de trabalho, a definição das competências exigidas nos concursos e a análise orçamentária integram o processo de reposição. A negociação com os servidores, as mudanças nas carreiras e as iniciativas de formação profissional compõem uma frente paralela, voltada à organização das equipes e às condições de trabalho.

Nesse contexto, o Dimensionamento da Força de Trabalho e o Guia Referencial para Concursos Públicos são instrumentos destinados a relacionar a seleção de profissionais às atividades desempenhadas pelos órgãos. Já as alterações nas carreiras e as medidas de capacitação tratam da distribuição, do desenvolvimento e da preparação dos servidores.

A evolução do quadro federal nos próximos anos dependerá da relação entre as necessidades identificadas pelas instituições, as autorizações concedidas, os ingressos efetivados e as novas vacâncias. Os dados disponíveis até agosto de 2026 permitem identificar a mudança recente no saldo de pessoal, mas não demonstram, por si só, a recuperação integral das perdas anteriores nem o resultado de todas as medidas adotadas.

➡️ Compartilhe essa notícia no WhatsApp

ESTUDE COM O CAMPEÃO EM CONCURSOS DE ALTO NÍVEL | LÍDER EM APROVAÇÕES | VEJA NOSSOS CURSOS | CLIQUE AQUI





Palavra do Aluno

"Fui aprovado no Concurso Nacional Unificado (CNU 1) para o cargo de Especialista em Políticas Públicas e Gestão Governamental (EPPGG), do Bloco 5, que era aquele bloco de Direitos Humanos, Assistência Social, Saúde e Educação. E o IGEPP Online teve um papel fundamental para a minha preparação, para que eu conseguisse alcançar essa aprovação e estar dentro do número das vagas imediatas. Eu já sou servidor público federal há 12 anos, mas o cargo de Especialista em Políticas Públicas e Gestão Governamental era o cargo dos meus sonhos. E o IGEPP Online foi fundamental; os materiais, de muita qualidade, tanto as videoaulas quanto os PDFs. Então, eu só tenho que agradecer, pois, sem o IGPPE Online, eu não teria conseguido conquistar essa aprovação tão importante."

🏆 Aprovado para Especialista em Políticas Públicas e Gestão Governamental (EPPGG) na 1ª edição do Concurso Nacional Unificado (CNU)! 🎉

Wederson Santos

🏆 Aprovado para Especialista em Políticas Públicas e Gestão Governamental (EPPGG) na 1ª edição do Concurso Nacional Unificado (CNU)! 🎉

“Estou passando aqui para compartilhar uma grande notícia e para agradecer. Fui aprovada para EPPGG no Bloco 5! Estou muuuuito feliz com essa conquista. Comprei o cursinho de vocês para EPPGG ainda antes da notícia do CNU, em 2023. A qualidade do material é impecável. Impecável! A professora Maria das Graças Rua é maravilhosa, com um conteúdo de alto nível. Vocês souberam aprofundar temas muito importantes nos materiais, os simulados são de alto nível, e as videoaulas são muito focadas. Para mim, foi um investimento que fez muita diferença! Muita! Muito obrigada mesmo.”


🏆 Aprovada para Especialista em Políticas Públicas e Gestão Governamental (EPPGG) na 1ª edição do Concurso Nacional Unificado (CNU)! 🎉

Milena Serenini

🏆 Aprovada para Especialista em Políticas Públicas e Gestão Governamental (EPPGG) na 1ª edição do Concurso Nacional Unificado (CNU)! 🎉

Sou o Leydson, fui aprovado em 1° lugar para o cargo de Analista Legislativo da Câmara dos Deputados, agora em 2023/2024. Eu usei o material do IGEPP na minha preparação e com certeza o curso foi decisivo para minha aprovação no concurso. O que mais me chamou atenção no IGEPP foi o time de professores que eles conseguiram reunir. Eu já conhecia alguns professores, como o Emerson Caetano (direito administrativo) e Maria das Graças (ciência política), entre outros . Quando eu vi que o curso que o IGEPP online havia montado para a Câmara contemplava esses nomes, eu não tive dúvidas sobre adquirir o curso e estudar por eles. Destaco a qualidade do material, tanto dos PDF’s quanto dos vídeos da plataforma do IGEPP online. Os professores conseguem entregar o conteúdo de maneira clara, aprofundada e com uma didática e organização excelentes. Adquiri uma bagagem consistente ao longo dos anos com os projetos da instituição. Recomendo o IGEPP online pra todo mundo que anseia por uma vaga nos cargos de elite do serviço público. Só tenho a agradecer pelo profissionalismo e empenho dessa equipe sensacional.

🏆 Aprovado em 1º lugar para Analista Legislativo (Técnica Legislativa, atual Processo Legislativo e Gestão)  da Câmara dos Deputados no concurso 2023/2024! 🎉

Leydson Rodrigues Carvalho Silva

1º Colocado na Câmara dos Deputados - Analista [Técnica Legislativa] 2023

"Olá!! Estou escrevendo para agradecer pela minha experiência com vocês. Nunca tinha me preparado para nenhum concurso antes, minhas primeiras provas "para valer" foram APPGG-SP, Ipea e APO, todas estudando com o Igepp online. Tive o privilégio de passar em primeiro lugar para APPGG, além de ter sido aprovado em nono lugar (AC) no Ipea, na área de Políticas Públicas e Sociedade. Já no concurso para APO - ainda em andamento -, obtive, empatado com mais alguns candidatos, a terceira maior nota na primeira fase (provas objetivas) em minha especialidade.

Com a aprovação no Ipea, minha prioridade, considero encerrada a minha trajetória de preparação para concursos, e certamente o Igepp online teve um papel importante nisso. Gostaria de deixar meu agradecimento especial ao professor Vanderlan Marcelo, que tem o dom de converter conteúdos quantitativos complexos em algo palatável para quem não é de exatas. Uma das didáticas mais incríveis que já pude testemunhar, por isso meu agradecimento especial a ele!"

🏆 Aprovado em 1º lugar para o cargo de Analista de Políticas Públicas e Gestão Governamental (APPGG/SP) e 9º lugar (AC) no IPEA 2024 – Políticas Públicas e Sociedade! 🎉

Luiz Michelon Zardo

1º Lugar em Analista de Políticas Públicas de Gestão Governamental do município de São Paulo

"O curso de Pós-Graduação em Direito Parlamentar e Processo Legislativo do IGEPP ampliou meus conhecimentos específicos acerca do Poder Legislativo e do Processo legislativo. Ainda, permitiu a reflexão crítica sobre o papel das Casas Legislativas na conjuntura atual. O curso aborda uma variedade de disciplinas fundamentais para a compreensão de temas e dinâmicas legislativas. Os professores são excelentes e as aulas muito didáticas. A plataforma online, muito acessível, facilita o acompanhamento dos estudos e permite flexibilidade total. O curso é fundamental para quem busca novas perspectivas profissionais e maior fundamento para analisar os debates políticos contemporâneos. Agradeço ao time IGEPP pela organização e atendimento sempre muito atencioso!"

Paula Baratella

"Eu sou Melina, tenho 31 anos; eu fui aprovada no concurso do Senado Federal, para o cargo Analista Legislativo, especialidade Processo Legislativo. Para concursos de alto nível é necessária uma preparação de longo prazo. Quando começaram os rumores do concurso do Senado, o IGEPP já tinha uma excelente reputação, então, eu decidi apostar neste cursinho. Eu, realmente, falo que vale a pena. Na época eu preferi pagar um cursinho melhor para ter professores de alto nível e uma administração comprometida. Eu tive muita sorte de ter buscado o IGEPP. Quem chegou até o final, quase todas as pessoas da sala passaram. Na época, eu conheci o IGEPP porque o curso preparatório era líder de aprovação para o concurso de Gestor que é um concurso muito difícil, muito disputado. Então, eu pensei: bom, esse preparatório deve ser bom. E, realmente, foi o diferencial na minha aprovação. Sem dúvida alguma, eu nunca tinha estudado em um curso com tantos professores qualificados e uma organização impecável. Realmente a organização da administração, as aulas, a carga horária: tudo isso foi um grande diferencial na minha aprovação. Eu, realmente, sou grata ao IGEPP, aos professores, ao Álvaro. Quando eu recebi a notícia da minha aprovação foi um momento único, de muita felicidade. O dia da minha nomeação foi um dos dias mais felizes da minha vida."

Melina Fernandez

"Preparação com antecedência é a filosofia do IGEPP. Eu mesmo digo, por experiência própria, que aqui no IGEPP fiz amigos para a vida inteira. No dia da minha posse, já conhecia mais da metade dos colegas que lá se encontravam. Não desistam. A aprovação em concursos envolve uma série de fatores. O nosso objetivo é estarmos bem-preparados para minimizarmos ao máximo os fatores que são alheios à nossa vontade e conseguirmos lograr uma aprovação ainda que não nos sejam favoráveis. Para auxiliar nessa preparação é importante contar com a ajuda de profissionais que já possuem grande experiência na preparação de candidatos para concursos públicos. Isso o IGEPP tem a oferecer. Eu mesmo fui aluno da casa, contei com o auxílio de diversos professores, assisti aulas, realizei simulados, questões, cursos de exercícios e tudo isso me deu um suporte necessário para eu conseguir lograr êxito na minha prova para Analista Legislativo e para Consultor Legislativo do Senado. IGEPP, líder imbatível em aprovações."

Foi Analista Legislativo da Câmara dos Deputados, aprovado no último concurso, realizado em 2012.

Agora é Consultor Legislativo do Senado Federal.

Roberto Ribeiro

“Eu passei no concurso do Banco Central em 7º lugar. Eu conheci o IGEPP por conta de uma grande amiga minha e ela disse: faz lá porque o curso é excelente e vai seu um diferencial para você.  E, de fato, foi. Eu vim, conheci a estrutura, a carga-horária e eu falo para quem quiser ouvir: foi um diferencial para a minha aprovação. Eu passei no Banco porque eu tive determinação, eu estudei muito, tive uma família que me apoiou muito, amigos que me deram suporte, inclusive, indicando o curso que foi um grande diferencial que me ajudou a estudar corretamente aquilo que eu precisava. Professores excelentes, uma aula extremamente focada; eu tive uma boa preparação. O IGEPP te prepara corretamente. Fiz simulados, fiz redação e isso me deu uma boa base para a hora da prova. Todas as pessoas que estudaram comigo passaram. Isso também é um diferencial do IGEPP em relação aos outros cursinhos.”

Carolina Netto

“Oi! Boa Tarde! Me nome é Olávia Cristina Gomes Bonfim, fui aprovada em 1º lugar para o cargo de consultor legislativo, área Constituição e Justiça, da CLDF. Fiz um curso com vocês no IGEPP online. Gostaria de agradecer pela contribuição na minha aprovação!” 

Aprovada em primeiro lugar para o cargo de Consultor Legislativo, área Constituição e Justiça, do Concurso da Câmara Legislativa do Distrito Federal (2018)

Olávia Cristina Gomes Bonfim

Câmara Legislativa do Distrito Federal - Consultora Legislativa

"Estudei no IGEPP, fui aprovada para Analista de Políticas Sociais e fiquei encantada com o nível dos professores e a proximidade da Secretaria Acadêmica com os alunos. Resolvi cursar a Pós em Gestão Pública, que me ajudou tanto em passar em outros concursos públicos, como também na seleção interna do órgão que eu trabalhava. Logo após o fim das aulas, saiu o edital para Analista de Gestão Pública do MPU, consegui aprovação e é o cargo que ocupo hoje."

Aprovada para Analista de Gestão Pública do MPU/ 2013 e para Gestor Público Federal (Especialista em Políticas Públicas e Gestão Governamental do MPOG)/ 2013.

Cecília Lamounier

"Cursar a Pós em Gestão Pública no IGEPP foi uma oportunidade de conhecer melhor a Administração Pública Federal. Com o amplo conhecimento e embasamento teórico conquistados, pude aplicá-los na rotina do órgão público onde trabalho."

Cursou a Pós em Gestão Pública para aplicar os conhecimentos no órgão público que trabalha: Ministério da Justiça. Aguarda sair o edital de Gestor Público Federal. 

José Albuquerque Nogueira

"Eu já era servidora pública e com o conteúdo ministrado na Pós em Gestão Pública do IGEPP, consegui outra aprovação: no primeiro concurso para Gestor de São Paulo. Na minha opinião, essa é a melhor instituição do mercado que prepara as carreiras de Gestão."

Aprovada para APPGG/ SP - 2015 (Analista de Políticas Públicas e Gestão Governamental de São Paulo).

Ellen Carolina Bandeira

"Eu não era servidor público antes de estudar no IGEPP. Depois de dois anos de estudos, tomei posse na Agência Espacial Brasileira, estou aguardando ser chamado para o MPOG e para  Auditor de Controle Interno do Distrito Federal.

Aprovado para a Agência Espacial Brasileira, MPOG e Auditor de Controle Interno do DF.

Rafael Duarte de Paula Silva

"Percebi que o IGEPP não mede esforços para oferecer um bom ensino. O corpo docente é muito bom! Tive aula com os melhores professores de cada tema, muitos vieram de outros estados. As matérias são bem divididas e temos apoio on-line. Além disso, a parte administrativa do IGEPP é muito boa. Quando o tempo é curto, uma boa organização no curso é fundamental."

Utilizou a Pós para melhor colocação profissional na empresa que trabalha.

Bruno Varjão

A preparação oferecida pelo IGEPP é de fato diferenciada, sendo de grande relevância para candidatos que estão em estágio mais avançado nos estudos e na experiência em concursos, o que se percebe inclusive pelo nível dos alunos que a escola atrai.

Airton Luciano Aragão Júnior

"Se preparar com antecedência é fundamental para ser bem-sucedido nessa trajetória de concursos públicos. Eu decidi fazer cursinho no IGEPP porque a minha irmã me indicou. Minha irmã já tinha passado no concurso da Câmara, que é um dos concursos mais difíceis, e ela ficou insistindo para eu fazer concurso e para eu fazer o cursinho no IGEPP porque ela tinha sentido que tinha sido um diferencial: a qualidade dos professores, a estrutura e o material que eles oferecem. Então, eu fui lá, fiz, me matriculei no curso completo no curso do Banco Central. Ainda mais que tinham várias matérias de concurso que eu não tinha conhecimento nenhum, então eu fiz o curso completo e, realmente, eu senti que isso foi um diferencial muito grande. Lá, eu pude ver professores de excelente qualidade, professores que tem uma bagagem muito grande e alguns até já são do Banco Central. No meu caso, além do conteúdo, a gente pôde conhecer um pouquinho como era a instituição e isso também me motivou bastante. Lá no IGEPP, eu tive a oportunidade de além dos exercícios em sala, fazer simulados que foram muito importantes. Fazer os simulados me deu muito mais segurança para o dia da prova. Além dos professores, do material, dos simulados e dos exercícios, eu pude conhecer pessoas que estavam no mesmo barco comigo. Isso deixou a trajetória mais leve."

Mayara Trindade

A INSTITUIÇÃO    |    CURSOS    |    PROFESSORES    |    EVENTOS    |    NOTÍCIAS    |    CONTATO
IGEPP - INSTITUTO DE GESTAO, ECONOMIA E POLITICAS PUBLICAS LTDA 2026 ©️ | Todos os direitos reservados
09.359.804/0001-56 SCRN 708/709 Bloco A sala 201 - ASA NORTE - Brasília/DF - CEP: 70741-610